quinta-feira, outubro 04, 2007

No momento todas as linhas estão ocupadas, mas assim que possível estaremos violando o painel do Senado. Agradecemos sua ligação e lhe desejamos uma boa noite.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Do UOL:

"Euforia após Fed faz dólar cair mais de 2% e fechar a R$ 1,877"

Vertendo do economês pro português, fica algo como "orgasmo múltiplo".

sexta-feira, setembro 14, 2007

Como boa parte da comunidade blogueira, Eu vi o berro preto também usa um sistema para calcular número de usuários e coisas do gênero.

Essa ferramenta permite descobrir, por exemplo, como as pessoas chegaram no blog.

Qual foi a supresa ao descobrir que este blog é referência internética em alguns itens.

Em Moçambique, alguém nos procurou para saber se "perder a virgindade doe?".

Aqui no Brasil, alguns usuários buscaram por higiene íntima feminina, usando os termos "dermacyd" e "vagisil".

Ainda, querem aprender a "xavecar em ônibus", buscam "explicação sobre o filo artropode" e bradam aos quatro ventos "eu detesto o banco santander".
Com todo respeito ao Estado de Circo, blog grandão, adsense, domínio próprio e o cacete a quatro, mas nós aqui cantamos a bola dos produtos para prisão de ventre feminina tem um bom tempo...
UOL e sua ironia fina


(créditos para o Bixo, pelo screen)
Do metrô de São Paulo:





Assim, não querendo ser chato, mas o colégio que tem na folha de plátano o símbolo é outro, não?
Da série "Grandes projetos sociais claramente utilizados para lavagem de dinheiro":


Fundação Dando Asas - Há 5 anos ajudando moradores de rua a pular de pára-quedas.

terça-feira, agosto 21, 2007

Filhos da puta, mataram o trema!


Lá se vai meu sinal gráfico favorito. Discreto, de uso bem restrito, ele não só indicava a necessidade de pronunciar o "u", mas era um distintivo cultural, praticamente um doutorado moral. Sim, nós, a elite branca e cansada, aprendemos a escrever de acordo com a normal culta, que passa muito longe do Largo da Batata.


Mandar aquele belo "conseqüência", praticamente um combo, era o mesmo que dizer ei pobre, volta pro seu Linha Vermelha, 6 da tarde, Praça da Sé, sentido Corinthians-Itaquera , que eu vou pegar meu helicóptero.


Mas acabou.


Agora qualquer um vai escrever a frase "Será que os pingüins lêem, em assembléia, sobre os efeitos do enjôo"?


Repito, será que os pinguins leem, em assembleia, sobre os efeitos do enjoo?



É, nós e os engraxates.

domingo, agosto 12, 2007

Se tem uma coisa que me dá no saco é ouvir gente que canta assoprando. Sim, cantar assoprando.

Imagina. Ele canta com a alma. Ela põe as emoções à flor da pele. A putaquepariu que o fazem.

Finalmente consegui explicar o motivo da MPB me irritar tanto.
Quando estamos na escola, uma das portas para o mundo adulto são os bedéis. Muito mais que as professoras e os pais, pois o bedel é o cara gente fina por natureza.

Quando sua mãe demora pra te buscar, é com ele que você fala, ou que te carrega de uma sala a outra quando o colégio inunda. É a mulher que te ajuda a achar sua pasta esquecida. Ainda, o cara que te diz qual é o atlântico e qual é o pacífico, na primeira vez que você cola. Por fim, é o amigo dos animais, com quem dá pra conversar sobre sua pastora alemã, já que ele também tem uma.


O problema é descobrir que esse tal era mais amigo dos animais do que o normal. Amigo demais.

terça-feira, agosto 07, 2007

Deixa a molecada tacar ovo da janela em paz. Tomarnocu, recalcado. Só pq é rico não pode fazer merda? Se é do Cantagalo pode amarrar bombinha em rabo de gato e colocar batata no escapamento de carro, agora se nasceu na Vieira Souto não? Agora vai pagar de politicamente correto, é? Sifudê.

domingo, julho 29, 2007

Aquecimento global?

É, acredito sim.

Eu e os mendigos da Praça da Sé, que tiveram necrose nos dedos e no nariz essa madrugada.
A verdadeira decadência da República:






















terça-feira, julho 24, 2007





Campanha FICA DUALIBI!



Participe você também!




edit: me junto à campanha oficial, a partir de agora.

sábado, julho 21, 2007




Ê Brasil!





Crédito: iG

quarta-feira, julho 18, 2007

segunda-feira, julho 16, 2007

Como espero que vocês tenham percebido, novo layout, novo sistema de comentários e LINKS, sim, links!
Da grande série Lendas Urbanas, todos aqui já ouviram falar da Loira do Banheiro, da Kombi dos Palhaços e da Banheira de Gelo. Essas são as lendas contadas socialmente. Algumas, porém, ficam restritas somente a alguns círculos, como o dos homens. A lenda que trataremos aqui faz parte desse nobre rol. A puta que dá desconto.

Sim, ela mesma, a dama da noite solidária, a Madre Teresa do "completo". São conhecidas algumas versões, fruto de naturais esquecimentos da parte de quem contou. Passo aqui a que chegou para mim.

A moça é prostituta, mas não dá pinta. Afinal, ela não está fazendo ponto na rua, mas aproveitando uma festa universitária. Ela é jovem, bonita, se destaca na multidão não por suas roupas provocantes, está com uma até normal para a ocasião. Seu corpo escultural atrai os olhos da homarada. Barriga zerinho (ah, perdoa-os Pai, eles não sabem o que fazem... como dizia meu falecido tio avô, "mulher tem que ter onde pegar"), seios empinados, coxas grossas. Ela fica num canto da festa. Os homens chegam nela, conversam um pouco, mas nada. Às vezes sai para pegar uma bebida, dá volta com um ou outro, nada demais.

Até que chega nosso rapazote. O papo engrena. Ela dá os clássicos sinais de que está afim, descaradamente. "Me dei bem, é gata e tá dando boi pra mim, fechou". Como era de se esperar, se beijam. O beijo começa a tender para um amasso. Então ela se revela. É prostituta. Foi lá para curtir a festa, mas se interessou por ele. O cachê, que era de 150 reais, cai para 120. Só por simpatia, claro, ele tem belos olhos e beija bem. Ele revela morar perto, cerca de 3 quadras de lá. O argumento "você ainda pode voltar pra festa" a sensibiliza. Cenzinho.

Ele se anima. Vão para um canto mais reservado. Como bom macho, tem orgulho de seu meninão, é a marca indelével de sua virilidade absoluta. Nosso Jece Valadão se aproveita disso e faz a proposta que considera mais razóavel. Se ela gostar de seu dote, dará um desconto ainda maior. E não é que o faz? "Ah rapaz, hoje é dia!". Oitenta reais, uma hora completa. Afinal, ela é prostituta, não boba, O menino tem belos olhos, beija bem, mora perto e ainda vai fazê-la muito feliz.

Pegam uma última cerveja, e saem da festa. Sobem para o apartamento dele, que fica realmente a 3 quadras. No caminho, o papo corre bem, química mesmo. Descobre o nome verdadeiro, bem como a idade (21 aninhos). Chegou tem pouco tempo do Rio Grande do Sul, vinda de uma cidade perto de "Gramado-e-Canela". Estuda em uma faculdade semi-genérica, e faz programa pra se sustentar aqui na cidade grande. Sobem. Ela não dá tempo nem dele fechar a porta (vale lembrar que ele mora em uma república e os caras são "brothers"). Aquilo tudo que saltava aos olhos é verdadeiro. Não parece ter dedo de cirurgião.

Desnecessário dizer que ela é fenomenal, faz com ele as posições conhecidas no Ocidente e ainda coloca em prática os segredos milenares do Oriente. A hora completa vira duas. Ela pede que ele a deixe tomar um banho rápido, pois voltará para a festa. Sim, ele tem uma touca para emprestar. Após se recomporem, acertam o combinado, setenta, já que ele foi legal, a tratou bem e ainda liberou o chuveiro.

Ela desce, mas vai pra casa, a noite foi já foi boa e ela tá "sussa". Ele, pra cozinha, o tradicional sanduba-pós-coito, já pensando na história que vai contar na terceira aula do dia, pois contar na primeira seria muita "pressão". Sacomé, tem que parecer natural, aquele esquema "cara, deixa eu te contar, cabei de me lembrar".

quarta-feira, maio 16, 2007

Na falta de Jece Valadão, Clodovil Hernandes.

segunda-feira, abril 16, 2007

Abelardo, Adamastor, Alcebíades e Adoniran.

Sem entrarmos em nomes históricos, como Anaximandro, Anaxágoras, Aarão, Abraão, Aníbal e Akenaton.

Muitos falam em "nomes da moda", decorrentes de personagens de novelas da Globo, do galã do momento (não, o nome do cara é Diego, e não "Alemão") ou de destaques esportivos.

Sim, é óbvio, temos ainda Antônios, Albertos, Adrianos e Alexandres, mas isso não tira a força do argumento central aqui, que é o fato de nomes com "A" terem se tornado "so last week".

Pela volta dos Armínios, Afrânios e Ataulfos!